Seguro Viagem pela América do Sul – Relato de J. Pedro

Você precisa de um seguro viagem para viajar pela América do Sul? Mesmo se a trip for curtinha? Você nunca sentiu nada, raramente pega um resfriado, não vai ser naquela viagem dos sonhos que algo ruim vai acontecer, né? Er… olha gente, nós gostamos de falar do lado bom da coisa, mas, nem tudo são flores.

Eu e Fábio nunca precisamos acionar o Seguro Viagem – se você também não, levanta as mãos e diz amém – mas já lemos cada relato. Dá até aflição imaginar o que certos viajantes passaram. Ainda mais quando os destinos visitados possuem os quesitos altitude e aventuras no mesmo pacote, como muitos pela América do Sul. Alguns tiveram a sorte de serem socorridos pelo Seguro Viagem, já outros, agradeceram pela chance de saírem daquela situação, relatando uma experiência que podemos chamar de traumatizante.

Como disse, nunca precisamos acionar o seguro, mas o João Pedro Carvalho, viajante profissional, colaborador do mochileiros.com (se você quer saber como foi a experiência dele, clique aqui), de outros grupos, e seguidor fiel do blog ; infelizmente, teve que pedir socorro.

 

Segue relato completo de quem passou por momentos digamos, delicados, quando estava mochilando pelos vizinhos Peru, Bolívia e Chile. É com você, Pedro!


Seguro Viagem: Preciso mesmo fazer? – Pelo leitor João Pedro

Quando comecei a planejar meu primeiro mochilão pela América do Sul, essa era uma das dúvidas que não me saíam da cabeça, e acredito que também deve incomodar o planejamento de muita gente que quer por a mochila nas costas e se aventurar pelo mundão afora. Afinal, a gente economiza um bom dinheiro para poder viajar e gastar com coisas que de fato usaremos; e o seguro viagem, pelo contrário, é uma coisa que a gente gasta torcendo para não precisar usar.

Se você também está com essa pulga atrás da orelha, pensando se faz ou não faz uma cotação de seguro viagem, espero que este relato te ajude a decidir. Primeiramente, vou te contar que eu nunca tinha colocado o pezinho para fora do Brasil (só ido comprar muamba no Paraguai, mas Paraguai não conta hehehe). E, muito menos, viajado sozinho.

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Então, no finalzinho de 2017, quando decidi que faria uma viagem para o Peru, Bolívia e Chile em julho/agosto de 2018, comecei a pesquisar vários roteiros, passeios e hostels. Foi quando surgiram as dúvidas: Levo dólar ou real? Reservo os hostels aqui do Brasil ou fecho na hora? E o seguro viagem, será que preciso mesmo?

seguro viagem - relato - mochilao - america do sul - machu picchu (16)

Será que eu faço um Seguro Viagem?

Na verdade, eu nunca tinha nem ouvido falar sobre seguro viagem. Quando li em alguns blogs de viagem, achei que fosse só uma coisa cara e desnecessária, e portanto, dispensável. Então, nem dei muita bola. Via comentários falando que não valia a pena fazer, e também, comentários de que o seguro salvou a viagem de várias pessoas, o que me deixou ainda mais em dúvida.

Até que na Black Friday de 2017, apareceu uma notificação do app Melhores Destinos (baixem, porque é muito bom), “SEGURO VIAGEM ALLIANZ COM 50% OFF NA BLACK FRIDAY”. Só por curiosidade, entrei no site da Allianz, fiz a cotação na hora bem rapidinho pra ver como funcionava e quanto custaria. Selecionei o destino, o motivo da viagem e, como as datas ainda não estavam certas (estava planejando ficar em torno de 30 dias viajando, mas ainda não tinha comprado passagens nem nada), coloquei para o período de um mês.

Na cotação pareceram duas opções de planos. Os dois cobriam basicamente as mesmas coisas, as diferenças estavam nos valores da cobertura: um pagava R$ 100.000,00 em caso de morte, o outro pagava R$ 250.000,00. Enquanto, um pagava R$ 1.500,00 em caso de extravio de bagagem, o outro pagava R$ 5.000,00. Coisas do tipo. Acabei clicando na opção que seria mais barata, só pra ver o preço.

seguro viagem - relato - mochilao - america do sul - machu picchu (16)

É mais barato do que a gente imagina

Quando apareceu o preço da cotação, me surpreendi: R$ 218. E fiquei ainda mais surpreso quando coloquei o código de desconto do Melhores Destinos e de fato funcionou: caiu para R$ 109!!! Achava que seria uma coisa em torno dos R$ 500 um seguro viagem para América do Sul. Fiz a cotação de novo, mas com o plano mais caro. Aumentava pouca coisa, algo na casa dos R$ 60,00. Olhei no Reclame Aqui como estavam as avaliações da Allianz: tudo OK. Além disso, já tinha visto várias pessoas recomendando essa empresa.

Então meio que no impulso, peguei o cartão de crédito e comprei. Peguei o plano mais barato mesmo, pois estava trabalhando com a hipótese de que não precisaria usá- lo. Então queria gastar o mínimo possível com isso. Na hora, já chegou no e-mail minha apólice do seguro. Dei uma lida rápida nas coisas que ela cobria e achei OK, até porque não usaria mesmo – estava redondamente enganado hehehe.

 

Sem burocracia

Quando chegou no mês de março de 2018, o roteiro que era pra ser de 30 dias, já estava com 40 hehe – isso que dá ficar lendo relatos no mochileiros.com. Achei as passagens aéreas por um preço bacana e comprei. Agora que já tinha as datas certas, lembrei que minha apólice estava com as datas e a duração erradas. Resolvi ligar para a Allianz, já imaginando a burocracia e o preço a mais que seria cobrado para trocar as datas da apólice e aumentar mais 10 dias de seguro.

Gente, sério, em coisa de 5 minutos, expliquei a situação e a atendente cancelou minha apólice antiga, estornando 100% do valor. Então, fez uma nova cotação para 40 dias e pasmem: ela manteve meu desconto de 50% (o cupom já havia expirado fazia tempo). No fim das contas, devolveram os R$ 109 e me cobraram R$ 110. Isso mesmo, cobraram R$ 1,00 por 10 dias a mais de cobertura. O atendimento me surpreendeu muito.

Desembarcando em terras peruanas…

Mas enfim, vamos a parte que realmente importa: a viagem em si. Desembarquei em Lima, tudo certo. Fui para Huacachina, Paracas, Arequipa, cidades incríveis a propósito, mas sempre tomando cuidado: só tomava água engarrafada, não comia coisas vendidas na rua, tomava bastante chá de coca para ajudar na digestão. Esses cuidados básicos que todo mundo fala à quem vai para o Peru e Bolívia.

Quando cheguei em Cusco, fui para um acampamento no Vale Sagrado, onde ficaria por 10 dias. Mantive os mesmos cuidados por lá também, mas por volta do 4º dia, comecei a sentir a barriga meio diferente. Fui ao banheiro e já tive um pouco de diarreia, nada demais. Achei que fosse por causa da alimentação, dos temperos mais fortes.

 

Nos dias seguintes, começou a piorar um pouco (vou poupá-los das partes sórdidas). A barriga começou a doer, as idas ao banheiro ficaram mais frequentes hehehe. Por sorte, haviam vários brasileiros no acampamento e um deles me deu um remédio. Sério mesmo, devia ser uma maisena com limão em comprimido, porque me secou (de verdade mesmo, não ia mais ao banheiro nem para o nº 1).  No começo achei legal, porque ia conseguir aproveitar o acampamento de verdade, mas depois do 3º dia sem nem sinal da barriga reagir, comecei a ficar preocupado. Não era normal aquilo.

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Felizmente, o acampamento já estava acabando e depois disso, eu voltaria para Cusco. Se houvesse algum problema, pelo menos estaria numa cidade relativamente grande, com uma infraestrutura melhor.

 

Voltando Pra Cusco

No domingo, dia 5 de agosto de 2018, o acampamento acabou e voltei para Cusco. Já era o 17º dia do mochilão e, eu e a Clara, uma amiga que encontrei no acampamento, fomos para um hostel bem perto da Plaza de Armas. Durante a tarde, fizemos o City Tour pelos sítios arqueológicos e quando já estávamos voltando do último, minha barriga acordou, e acordou pra valer.

Comecei a cruzar as pernas dentro da van, rezando para chegar logo no hostel e correr até o banheiro, mas para o meu desespero, o guia inventou de levar a gente numa loja de artesanato antes. Deixei minha mochila e meu corta vento com a minha amiga e falei: “Não vão embora sem mim”, fui voando para o banheiro da loja. Essa parte não preciso falar nada, né?! Até deixei uns trocados para o dono da loja de propina, porque o negócio foi feio. Quando voltei para a van, já estavam todos lá dentro me esperando.

 

Perrengue

Ao chegar no hostel, a Clara me disse para acionar o seguro, mas eu não queria, pois achei que iria melhorar. Tomei bastante chá de coca, e fui dormir. No outro dia, faríamos a visita às Salineras de Maras e Moray na parte da manhã. Acordei, a barriga ainda estava um pouco esquisita, mas achei que dava par aguentar até a hora do almoço. Não dava. Só consegui ver as Salineras e tive que ficar sentado num banquinho, esperando a galera voltar para a van. Se eu descruzasse as pernas, provavelmente daria muito ruim.

 

Quando a van voltou para Cusco, fui correndo para o hostel, e de novo, cada vez pior a situação. Durante a tarde, fomos passear pelo Mercado San Pedro, andar pela cidade. Já pelo fim da tarde, com a barriga ainda doendo, voltei correndo para o banheiro do hostel. Não ia ter jeito. Teria que acionar o seguro mesmo.

 

Acionando o Seguro Viagem

Liguei para o número do seguro pelo telefone do hostel, porque meu chip não estava funcionando no Peru. Me atenderam, expliquei a situação, passei o endereço do hostel, e eles disseram que iam acionar a unidade regional e mandar alguém para me ver. Voltei para o quarto, ia tomar um banho, achando que ia demorar até chegar alguém. Gente, juro pra vocês, não demorou 10 minutos, o dono do hostel veio até meu quarto me chamar. Disse que tinha uma médica lá embaixo, gente, 10 MINUTOS. Nem meu plano de saúde aqui do Brasil é tão rápido assim.

Desci na recepção, encontrei a médica e voltamos ao quarto, onde ela me examinou. Falava em espanhol e inglês, viu meus batimentos, mediu meu oxigênio e viu que estava baixo, me perguntou como me sentia. Expliquei tudo, ela disse que me levaria para o hospital para fazer exames mais completos. Peguei minha mochila de ataque, os documentos e celular. O restante, deixei no hostel com a Clara, que se ofereceu para ir comigo, mas não queria que perdesse os passeios por minha causa.

Quando saí do hostel com a médica, TINHA UMA AMBULÂNCIA NA RUA ME ESPERANDO. Ela me deu oxigênio para respirar melhor e fomos ao hospital. Chegando lá, até assustei: pensem num hospital top. Fiquei num quarto melhor que de hotel, sozinho, com TV, Netflix e Wi-Fi. A enfermeira chegou falando em inglês comigo, super simpática, coletou uma amostra do meu sangue e me deram um copinho para fazer exame de fezes.

 

O Diagnóstico

Já era noite quando me trouxeram o jantar. Logo, a médica já voltou com o resultado dos exames, e o veredicto: você está com SALMONELLA. Pronto, adeus viagem, já me imaginei tendo que antecipar passagem de volta, até que a médica disse: “Fica tranquilo, salmonella é a bactéria mais sossegada de tratar, a maioria dos gringos pega hehehe”.

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Ela perguntou se eu tinha algum passeio marcado nos próximos dias, e eu disse que ia para Machu Picchu na quarta-feira, e que já estava com o ingresso comprado, então não dava para adiar. Então, ela disse que ia fazer o possível para me curar até lá. Já me aplicou antibiótico na veia e me deixou no oxigênio durante a noite.

No dia seguinte (terça-feira), ao acordar, a enfermeira trocou o soro e me trouxe o café da manhã. Mediu meu oxigênio, que já estava normal, e então tirou o tubo do meu nariz. Disse que seria normal vomitar pois o antibiótico começaria a fazer efeito, e não deu outra. Passei a ir no banheiro de minuto em minuto, com ânsia de vômito e a barriga doendo muito.

 

E agora?

Nessa hora, comecei a ficar preocupado de verdade, pois se não tivesse alta, perderia o ponto alto da viagem, que era justamente, Machu Picchu. Na hora do almoço a médica apareceu, perguntou como eu estava. Disse que tinha começado a vomitar, e perguntei se teria alta ainda naquele dia. Ela, então, me disse que se parasse de vomitar, poderia seguir tomando os antibióticos via oral e receberia alta.

Nunca rezei tanto para parar de vomitar hehe. Mas, segui durante toda a tarde indo ao banheiro. Colocava tudo para fora, até o que não tinha mais pra por. Lá pelas 18 horas, trouxeram minha janta, comi com medo de vomitar tudo de novo. A médica voltou e avisou que iria esperar mais umas horas para ver se eu não vomitaria mais. Aparentemente, minha barriga estava normal, não me doía mais.

A Alta Médica

Não aguentava mais ficar sozinho naquele quarto. Mexia no celular, fazia palavras cruzadas, assistia filme na Netflix e a maravilhosaseguro viagem - relato - mochilao - america do sul - machu picchu (16) programação da TV a cabo peruana. No fundo, só queria voltar para o hostel. Quando eram 9 da noite, a médica veio, me examinou novamente, viu que de fato eu estava bem melhor, e então, me tirou do soro e me deu alta.

Enquanto me arrumava, chegou a enfermeira com uma sacola, cheia de caixas de remédio e uma listinha. Ela me explicou bem atenciosamente: Omeprazol, 1 comprimido em jejum as 6 da manhã; antibiótico e Floratil, 1 comprimido de cada as 8 da manhã e outro de cada as 8 da noite; e remédio para enjoo, caso eu o tivesse no caminho para Machu Picchu. Tomar esses medicamentos durante 5 dias, com refeições leves.

Agradeci aos enfermeiros, a médica, e fui saindo. Passei pela recepção e o atendente me entregou um envelope com os resultados dos meus exames do dia anterior. Perguntei se estava tudo certo da parte do seguro e se eu precisava assinar alguma coisa e ele respondeu que estava tudo certo.

Afinal de contas, vale ou não vale?

Por curiosidade, perguntei a ele quanto custaria essa brincadeira toda se eu tivesse que pagar. Ele somou tudo: uma diária no hospital, exames de sangue e fezes, remédios e então disse: QUINIENTOS. O inocente aqui ainda perguntou: quinientos soles? Ele deu uma risadinha e respondeu: QUINIENTOS DÓLARES. Na hora já pensei: “só essa sacolinha de remédio que eles me deram, custaria bem mais do que os R$ 110 que eu paguei pelo seguro”.

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Agradeci. Ele chamou um táxi para mim, que me levou de volta ao hostel, onde encontrei a Clara. Já eram quase 11 da noite. Arrumamos as coisas e fomos dormir. No outro dia, pegaríamos a van para ir até a hidrelétrica e depois teríamos que caminhar até Águas Calientes.

Continuei tomando os remédios pelos dias seguintes e, felizmente, tudo voltou ao normal. Minha barriga estava zerada. Sinceramente, eu não sei o que seria de mim se eu não tivesse feito o bendito seguro viagem para América do Sul, e também nem penso muito nisso hehehe. Só agradeço por aquela notificação do Melhores Destinos, porque senão, provavelmente eu iria viajar sem seguro.

Espero que este relato te ajude a decidir se compensa ou não fazer o seguro. Para mim compensou demais, hoje eu já não me arrisco sair do país sem.

 

Obviamente, em vários lugares é obrigatório para poder entrar, como na Europa, mas onde é opcional, faça também. Minha experiência com a Allianz foi ótima, recomendo demais!!!

 


Seguro Viagem Cobre Apenas Despesas Médicas?

Se eu fosse responsável pelo setor de marketing da Allianz, João Pedro, você já estaria contratado! Seria nosso garoto propaganda. rsrs

Agora sério gente! Bendito seja esse anjo da guarda – que quis poupar o próprio trabalho – e colocou essa mega promoção na frente do J. Pedro. Não é raro ouvirmos pessoas que sequer lembram dessa parte. Confesso a vocês que em nossa primeira viagem internacional, para Argentina e Uruguai, nem cogitamos fechar seguro viagem.

  • Ao contrário do que muita gente imagina, o seguro viagem não cobre apenas despesas médicas. A cobertura acontece também, por exemplo, em caso de morte, no translado do corpo (ninguém imagina passar por uma situação dessas, mas, tudo pode acontecer, né?); e no extravio de bagagem. Além do mais, te auxilia em caso de perda dos documentos.

 

 Seguro Viagem para o quê e para quem?

A priore, cobre despesas médico-hospitalares, além de indenizações e assistência aos familiares em caso de acidentes, mortes ou invalidez. Além disso, as seguradoras arcam com gastos dos medicamentos, atendimento odontológico, assistência específica para idosos, pessoas com mobilidade reduzida ou gestantes; repatriações, perda ou extravio da bagagem e oferecem assistência jurídica quando necessário.

Mas atenção: Essas coberturas acontecem de acordo com o plano contratado. Infelizmente a Allianz não aparece como opção dentro da nossa plataforma de afiliados, a Seguros Promo. Mas a AssistCard, contratada por nós, no mochilão, tem um excelente custo-benefício.

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Seguro viagem para quê, né?

 

É obrigatório Seguro Viagem para visitar os países da América do Sul?

Não, para a grande maioria dos países. E talvez seja esse o motivo dos viajantes passarem de forma desapercebida em um tópico tão importante. De todos os membros da América do Sul, apenas a Venezuela torna obrigatória a contratação de um bom seguro (que chegue a cobrir US$ 40 mil para assistência médica).

 

Por que fazer um Seguro de Viagem pela América do Sul?

Acho que pelo relato do J. Pedro, ficou bastante claro. Mesmo tomando todas as precauções cabíveis, nosso amigo adquiriu a temida Salmonella. Infelizmente, as questões de higiene e saneamento básico são bem precárias em muitos países da América do Sul. E o acesso à assistência pública para estrangeiros é, ou difícil, ou inexistente. Estar na Bolívia, por exemplo, é se aventurar do momento em que se chega a hora que se vai embora.

 

Países com diferentes climas, elevadas altitudes, temperos que variam bastante (a depender do país) e manuseio duvidoso do alimento. Gente, por mais que tomemos todas as precauções, é impossível prever o que pode dar errado. Isso porque não falei ainda sobre acidentes que podem acontecer –  a qualquer hora, em qualquer lugar, até mesmo aqui, em terras brasileiras.

E por falar em acidentes, saiba que se você busca se aventurar pela América do Sul, como nós, que fizemos DownHill pela Estrada da Morte, a subida do Vulcão Lascar,trilha pelas escadarias de Machu Picchu, Huayna Picchu ou Montaña; fazer o Trekking da Laguna 69, ou whatever que seja, o ideal é que você faça a cotação de Seguro Viagem com cobertura para esportes, ok? Vale o mesmo para praticantes de aventuras radicais na neve.

 

Alguns exemplos de situações que poderiam dar errado – bate na madeira 3x!

 

Reclame Aqui – Seguros Promo é confiável?

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Quando você viaja por outros países da América do Sul, muitos problemas podem acontecer e você tem que estar amparado. Não se trata apenas de despesas médicas, mas também de outras, como: assistência farmacêutica, jurídica e auxílio no serviço de localização de bagagem extraviada.

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Para escolher o melhor plano, que caiba dentro do seu orçamento, busque por recomendações. Avalie bem, e nessa hora, lembre-se: o barato pode sair caro.

Para saber mais, dê uma conferida nesse post da Seguros Promo, ele vai sanar 6 dúvidas comuns sobre seguro de viagem internacional.

 

Por quanto tempo devo contratar o seguro viagem?

Contrate seu seguro viagem por, no mínimo, o tempo que você estiver fora do Brasil (incluindo o trajeto). Para evitar maiores perrengues, estenda seu seguro para 1 ou 2 dias a mais, assim você tem seus direitos garantidos em caso de cancelamento de vôo ou longos atrasos.

Eu tenho Seguro de Cartão de Crédito, devo usá-lo?

Há operadoras de cartão de crédito que oferecem Seguro Viagem gratuitamente para seus clientes. Geralmente os que tem selo platinum ou superior. Se você se encaixa dentre os sortudos que tem esse benefício, informe-se sobre todos os seus direitos e o valor da cobertura. Leia atentamente cada cláusula para evitar maiores surpresas durante sua viagem.

 

Dicas Finais

  • Para facilitar sua vida, leve a apólice do seguro viagem com você, junto a demais documentos em uma pastinha;
  • Baixe o app da seguradora (quando houver), ainda no Brasil. Na hora da emergência isso pode ajudar;
  • Para evitar surpresas, leia atentamente as cláusulas do contrato.

É isso pessoal. Tentamos ao máximo sanar as dúvidas, que já foram nossas, inclusive. Se algo não ficou claro, pede socorro aí nos comentários.

Espero muito que você não precise passar perrengues a ponto de ter que buscar auxílio médico, mas se acontecer, tenha calma e saiba aceitar aquele fato como mais uma experiência de vida. Isso faz parte das dores e delícias de quem escolheu traçar o próprio destino. Só não acontece nada com quem está na zona de conforto, e dela a gente passa correndo, não é mesmo?

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Medo para quê se você tem um mundo assim te esperando. <3

 

PS: J. Pedro, muitíssimo obrigada por colaborar com este espaço. Saiba que daqui para frente, o Leve Sem Destino também é parcialmente seu. Sinta-se convidado a nos contar sobre outros destinos. Seu relato vai ajudar a alertar muitos viajantes indecisos! Fazer viagem internacional sem Seguro Viagem nunca mais!

 

# VivaLeve


O Leve Sem Destino faz parte de alguns programas de afiliados, isso significa que se você fizer sua reserva através dos links parceiros encontrados abaixo, nós ganhamos uma pequena comissão. Você não paga nada a mais por isso e ainda ajuda o blog a se manter.

 

Hospedagem | Aluguel de Carros | Seguro Viagem


Mônica Rodrigues

Leonina, brasiliense de alma e coração, graduada em Administração em Comércio Exterior e apaixonada por tudo o que envolve o ramo (apesar de não atuar nele). Tem verdadeiro fascínio pelo desconhecido. Acredita que pessoas se tornam melhores ao se depararem com o externo/ diferente, o que foge da “bolha”. Se sente em paz ao viajar e carrega consigo seu namô e sua família pra onde quer que vá.

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